sexta-feira, 6 de junho de 2014

Finalmente o Quarto Capítulo

huuuuuuuuu o/ ferias sua linda finalmente você chegou!
Galera agora nesse mê de copa teremos mais postagem, pretendo postar no dia dos namorados então deem uma passado aqui no dia 12 de junho, além de mais umas duas em data não determinada.
E antes de vocês começarem a ler lembre-se que esse capítulo está narrado pelo Edgar e para quem não se lembra ou não leu os capítulos anteriores aqui esta um link para que você leiam:http://somenteficcao.blogspot.com.br/search/label/o%20anjo%20infernal
Agora sem mais enrolação vamos ao capítulo, espero que gostem e até daqui a pouco.

Parece que morri mesmo, não tem como ter mais duvidas. Hoje, enquanto me escondia em um beco escuro, um cara, provavelmente um mendigo drogado, literalmente passou sobre mim.
Cara isso é um saco. Me pergunto com os fantasmas conseguem suportar tudo isso. Além da sensação de ser atravessado ser horrível, mal consigo dar um passo sem dar de cara com um vivo, apesar de não sermos tão divagares quanto Judite e Fred fizeram parecer. Por sorte, parece que justo hoje, todos os vivos estão mais preocupados que o normal com seus celulares com internet que mal olham por onde andam o que me da certa segurança.
Sai da praia eram umas seis da manhã, mas parece que faz semanas. Já se passaram mais de 8 horas desde eu sai de lá segundo o jornal das 2 da tarde de um canal que desconheço, e ainda não cheguei ao centro da cidade.
Como não tenho outra opção e como não me cansei ainda, continuo andando até o entardecer, parando varias vezes nas sombras mais próximas, onde pareço realmente ser invisível, o que não faz o menor sentido para mim, já que as maiores aparições que ouvi falar em historias, aconteciam à noite.
Percebi que estou sendo seguido a pelo menos uma hora e meia, por um ser baixinho, corcunda, que não teve a menor preocupação de se esconder de mim ou de algum vivo, o que me irrita pra caramba pois nenhum vivo demonstrou qualquer suspeita de usa quase presença, e ele agia como se não se importasse nem um pouco com dezenas de pessoas passando por ele.
Por mais que eu tentasse despista-lo andando mais rápido ou virando varias ruas seguidas, ele continuava a me seguir, cada vez mais perto até finalmente ficar ao meu lado. Andamos lado a lado cerca de dez minutos, até que cansei dessa palhaçada:
- Então, você vai me dizer por que esta me seguindo ou vou ter que bater em você para conseguir respostas?
-Meu amo esqueceu-se de mim?- sua voz era rouca e fina, como a de uma criança com gripe.
-Como vou me lembrar de uma pessoa que nunca vi na vida? -indo para longe dele.
-Mas o senhor me conhece, sou eu, Logan, seu servo. - diz vindo perto demais.
-Logan? Que nome estranho para um serviçal. E se toca moleque, ninguém mais tem um servo.
-Tente se lembrar de mim.
-Por favor, se manda garoto, tenho uma missão muito importante para fazer.
-Então lembras da vossa missão, isto é magnifico! Podemos continuar com os planejamentos finais vossa missão. Tem um carro a sua espera a dias.
-Carro? A minha espera? A dias? E não tem essa  de nossa missão, eu trabalho sozinho.
-Mas meu amo, preparei tudo para vós...
-Não me importo. E pare de me seguir! – digo voltando a andar.
-Mas se não se lembras de nada, não chegara ao norte a tempo, principalmente andando em curvas daquele jeito que andava. -Diz Logan, me fazendo parar.
-Como você sabe que estou indo para o norte? –O levanto ela pela camiseta.
-Vós me dissestes que iria para o norte assim que voltasse. Por isso começou a instalar vossas coisas para o plano perto da Praia do Norte e me ordenou a procurar um carro para que quando chegasse, o levasse de imediato ao galpão.
-Pirralho, você mente bem. Mas não me engana, faço pegadinhas desde que nasci, precisa de muito mais para me enganar.
-Nunca te enganaria meu senhor. Só estou tentando fazer o que me disseste: lembrar-te de quem era, vosso plano e levá-lo para o norte e creio que seja melhor nos apressarmos, podemos estar sendo  vigiados.
-Pouco me importo, não tenho nada a esconder de ninguém. -acabo quase gritando.
-Vamos meu senhor, não é seguro ficarmos aqui.
-Quem você pensa que é pra querer mandar em mim? Nem tamanho você tem pra isso.
-Meu amo...
-CALA ESSA BOCA!
-mas meu amo o carro...
-FODA-SE! Se manda pirralho.
Nunca tinha sentido tanta raiva de uma pessoa na minha vida, mal olhava por onde estava andando. Eu provavelmente estava indo para o sul, mas sentia tanta raiva daquele moleque, que tentara me enganar, que nem pensava em me esconder das poucas pessoas que ainda estavam andando pelas ruas a noite. Percebi que estava sendo seguido de novo pelo “meu servo”, só que dessa vez ele estava em um gol que parecia ser de mil novecentos e pouco dirigido por um motorista que parecia estar de terno preto, mas o vidro que carro não me deixava vê-lo direito:
-Meu amo esta indo para o lado errado.
-então quer dizer que você não estava mentindo sobre o carro, mas você poderia ter arranjado algo melhor que esse golzinho velho. –Digo usando o máximo de sarcasmo possível.
-Desculpa meu amo, podemos devolver esse carro e tentar achar outro melhor se quiseres.
-Como assim tentar?
-Quando uma pessoa morre dentro de um carro e não acha O Caminho, tem a possibilidade de ficar presa junto com uma espécie de copia espectral do carro ondo morreu, sendo seu ou não.
-Tá bom, nessa eu não acredito nem a pau, mas estou cansado de andar r já que você vai para o norte, vou aceitar a carona.
Quando entrei no carro, fiquei impressionado. Por dentro era três vezes maior que por fora (eu podia ficar em pé dentro dele, junto com mais umas cinco pessoas).
O motorista realmente estava com um terno preto com ombreiras, um chapéu de aviador e um óculos preto que tampava seus uma boa parte de seu rosto.. tentei falar com ele, mas ele não respondeu, não sei se era surdo ou simplesmente mal educado.
Logan fez um sinal com a mão e o motorista ligou o carro, em seguida começamos a nos mover quase tão devagar quanto eu andando.
Demoramos cerca de seis horas para chegar até a praia, o que não demoraria nem uma hora para os vivos.
Diferente da lotada Praia do Leste, a Praia do Norte estava vazia?
-E agora o que vamos fazer meu amo?
-Não faço ideia.

E ai galera o que acharam do Edgar narrando? se quiserem que ele narre mais vezes comente.
vejo vocês dia 12.

Até a Próxima! 

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